O que fica pronto
Os documentos que ficam com a rede quando o calendário termina.
A folha comparativa
As unidades lado a lado: equipe, horário, movimento e tempo de cada etapa.
O roteiro de atendimento
Passo a passo curto, escrito no balcão e corrigido por quem atende todo dia.
A escala por movimento
Quem trabalha em cada faixa de horário e qual o critério para chamar reforço.
As listas de abertura e fechamento
Duas folhas de quinze linhas, no tamanho que cabe preso atrás do balcão.
O combinado de decisões
O que a loja resolve, o que passa pelo gerente e o que sobe para a direção.
O calendário assinado
Uma mudança por semana, com a unidade que estreia e a data de revisão.

O que a rede pediu, o que foi feito, o que ficou
Abra cada história para ler o caso inteiro. Publicado com autorização das empresas envolvidas.
Rede de padarias de bairro
Assistimos a seis aberturas. Faltava ordem nas tarefas e sobrava conversa sobre quem fazia o quê. A lista de abertura em quinze linhas resolveu, e ela fica presa atrás do balcão.
Clínica de estética com filial
Comparamos as duas casas em dez pontos de atendimento. Sete diferiam. Ficou com a direção o padrão escrito, a escala revista e a reunião quinzenal entre as gerentes.
Rede de chaveiros e carimbos
Levantamos oitenta e três atendimentos fora de tabela em um trimestre. Hoje existe faixa de decisão por cargo, escrita em uma página e afixada em cada loja.
Lava-jato com três pontos
Cruzamos movimento por hora com a escala praticada. A rede ficou com a escala por faixa de movimento e o critério de chamar reforço, combinado com a equipe antes de entrar em vigor.
Conte quantas unidades a rede tem e o que mais atrapalha o balcão
A primeira conversa leva uma hora, acontece na sua loja ou por telefone, e termina com uma folha sobre o que vale olhar primeiro.