Mapa das unidades
Levantamos endereço, horário, tamanho da equipe e volume de atendimento de cada ponto. Sai uma folha comparando as unidades lado a lado.
Cinco serviços, na ordem em que costumam ser contratados. O que muda de uma rede para outra é o número de unidades cobertas e o prazo do calendário.
Nove visitas em faixas de movimento opostas, tempos medidos em quatro etapas e entrevistas curtas no balcão. Entrega: a folha que compara as lojas lado a lado e a lista de travas de cada uma.
Roteiro de atendimento, escala por faixa de movimento, listas de abertura e fechamento e o combinado de decisões — distribuídos em um calendário com a unidade que estreia cada mudança.
Visita mensal rotativa às lojas enquanto o calendário anda, encontro de gerentes a cada trimestre e revisão por escrito do que não pegou na prática.
Uma página por unidade, sempre nos mesmos indicadores: tempo de atendimento, fila, retrabalho e conferências feitas. Quem preenche e em que dia fica definido no próprio relatório.
Cinco encontros com quem responde pela unidade: conduzir a reunião de equipe, usar a escala, cobrar a lista de conferência e treinar gente nova em três dias.

O calendário é curto de propósito: rede que fica dois meses esperando documento volta ao jeito antigo antes de ele chegar.
Levantamos endereço, horário, tamanho da equipe e volume de atendimento de cada ponto. Sai uma folha comparando as unidades lado a lado.
Nove visitas distribuídas entre pico e horário calmo, com registro de fila, espera e interrupções.
Cronometragem de recebimento, execução, conferência e entrega, unidade por unidade, em tabela única.
Onze conversas de vinte minutos com atendentes, técnicos e gerentes de loja, fora do horário de fila.
O passo a passo escrito junto com quem atende, lido em voz alta na unidade e corrigido na hora.
Escala de equipe por faixa de movimento, lista de abertura e lista de fechamento, impressas no formato que cabe no balcão.
Uma página dizendo o que a loja resolve sozinha, o que passa pelo gerente e o que só a direção decide. Assinada por todos.
A escolha costuma depender do número de unidades e de quanto a rede já tem escrito hoje.
O que os donos costumam levantar na primeira meia hora de conversa, respondido em poucas linhas.
Não. A visita acontece com a loja aberta e atendendo, porque é o movimento normal que interessa. Nada é encenado para a nossa presença.
Não avaliamos pessoas. O que é medido são tempos de etapa e pontos de espera, e o relatório fala de processo, não de nomes.
Faz, e costuma ser o melhor momento. Com duas lojas ainda dá para escrever o padrão junto com quem está lá; com dez, já existem dez jeitos consolidados.
Os dois, na mesma sala. Nós conduzimos e redigimos, a equipe corrige em voz alta. Roteiro escrito sozinho no escritório não sobrevive à primeira semana.
A devolução é feita em reunião justamente para isso. A discordância entra no documento, com o motivo, e o calendário é ajustado antes de começar.
Atendemos. O trabalho é o mesmo para uma casa só, para indústria ou para distribuição; mudam as visitas e as pessoas ouvidas.
A primeira conversa leva uma hora, acontece na sua loja ou por telefone, e termina com uma folha sobre o que vale olhar primeiro.