Histórias
Todas as histórias das redes atendidas, do pedido inicial ao que ficou em cada casa.

O que a rede pediu, o que foi feito, o que ficou
Abra cada história para ler o caso inteiro. Publicado com autorização das empresas envolvidas.
Lavanderia com quatro lojas
Visitamos as quatro em manhã e fim de tarde. A ficha de entrada tinha quatro formatos diferentes e a etiqueta de peça, três. Saiu uma ficha única, testada por duas semanas em uma loja antes de ir para as outras.
Rede de oficinas mecânicas
Cronometramos quarenta e duas ordens de serviço. O gargalo estava na espera por peça, não na mão de obra. A rede ficou com o quadro de disponibilidade por item e o combinado de quando o prazo pode ser dado.
Pet shop com três unidades
Acompanhamos dois sábados inteiros. A agenda era feita de cabeça pela recepção. Entregamos a grade de horários por porte de animal e a lista de conferência de entrada.
Salão com duas casas
Escrevemos com as profissionais um roteiro de seis páginas para os cinco serviços mais pedidos. A casa passou a treinar gente nova em três dias, com a lista ao lado e alguém acompanhando.
Rede de padarias de bairro
Assistimos a seis aberturas. Faltava ordem nas tarefas e sobrava conversa sobre quem fazia o quê. A lista de abertura em quinze linhas resolveu, e ela fica presa atrás do balcão.
Clínica de estética com filial
Comparamos as duas casas em dez pontos de atendimento. Sete diferiam. Ficou com a direção o padrão escrito, a escala revista e a reunião quinzenal entre as gerentes.
Rede de chaveiros e carimbos
Levantamos oitenta e três atendimentos fora de tabela em um trimestre. Hoje existe faixa de decisão por cargo, escrita em uma página e afixada em cada loja.
Lava-jato com três pontos
Cruzamos movimento por hora com a escala praticada. A rede ficou com a escala por faixa de movimento e o critério de chamar reforço, combinado com a equipe antes de entrar em vigor.
O que os donos de rede perguntam
O que os donos costumam levantar na primeira meia hora de conversa, respondido em poucas linhas.
Precisamos fechar alguma unidade durante as visitas?
Não. A visita acontece com a loja aberta e atendendo, porque é o movimento normal que interessa. Nada é encenado para a nossa presença.
A equipe do balcão vai ser avaliada individualmente?
Não avaliamos pessoas. O que é medido são tempos de etapa e pontos de espera, e o relatório fala de processo, não de nomes.
Temos só duas unidades. Faz sentido?
Faz, e costuma ser o melhor momento. Com duas lojas ainda dá para escrever o padrão junto com quem está lá; com dez, já existem dez jeitos consolidados.
Quem escreve os roteiros: vocês ou a nossa equipe?
Os dois, na mesma sala. Nós conduzimos e redigimos, a equipe corrige em voz alta. Roteiro escrito sozinho no escritório não sobrevive à primeira semana.
E se a direção não concordar com o que encontrarmos?
A devolução é feita em reunião justamente para isso. A discordância entra no documento, com o motivo, e o calendário é ajustado antes de começar.
Vocês atendem empresa que não é rede?
Atendemos. O trabalho é o mesmo para uma casa só, para indústria ou para distribuição; mudam as visitas e as pessoas ouvidas.
Conte quantas unidades a rede tem e o que mais atrapalha o balcão
A primeira conversa leva uma hora, acontece na sua loja ou por telefone, e termina com uma folha sobre o que vale olhar primeiro.